Quem faz a Avaliação acontecer?
O processo de avaliação é amplo, multidisciplinar e exige a atuação integrada de múltiplos atores. Assim, para uma maior organização e efetividade do processo, foi pensada a seguinte estrutura de governança:
Coordenação institucional
É realizada por Grupo de Trabalho da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística — SEMIL, instituído pela Resolução SEMIL nº 05/2026 e nomeado pela Portaria CG SEMIL nº 03/26.
O GT tem por função coordenar, planejar, gerenciar, articular e apoiar o processo de avaliação do risco de extinção das espécies da fauna junto à SEMIL, à Instituição Executora e ao Comitê Científico.
É composto por representantes dos diversos órgãos da administração direta e indireta da SEMIL com atuação direta no tema, sendo: Diretoria de Biodiversidade e Biotecnologia (DBB); Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA); Fundação Florestal (FF); e Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).
Comitê Científico
Composto por coordenadores científicos e especialistas, membros da comunidade científica, reconhecidos como autoridades nos diversos grupos taxonômicos da fauna paulista selecionados para este processo. Tem por função realizar a avaliação de risco de extinção das espécies de fauna com ocorrência no estado de São Paulo e posterior validação.
Instituição Executora — Mater Natura
Equipe técnica do Mater Natura – Instituto de Estudos Ambientais, responsável:
- pela compilação dos dados de registros de ocorrência das espécies da fauna paulista (a partir de consulta às bases de dados e repositórios oficiais e das contribuições oriundas das consultas públicas);
- pela geração de mapas de distribuição das espécies;
- pela facilitação e organização dos resultados das oficinas de avaliação de risco e validação junto ao Comitê Científico; e
- pela sistematização final de todos os dados gerados no processo.
Cidadãos
Qualquer pessoa interessada que possa e queira contribuir com registros de ocorrência georreferenciados da fauna paulista durante a etapa de consultas públicas. As contribuições dos cidadãos passam por moderação antes da publicação, garantindo rigor científico.
